sábado, 7 de novembro de 2009

Record ainda vai apostar no caso Uniban

Programa Hoje em dia

O Twitter oficial do Hoje em Dia, programa matinal da Rede Record respondeu a uma das indagações de nossa equipe, perguntamos:

@pgmhojeemdia - A Geisy vai estar de volta na segunda? Tá dando muita repercussão a expulsão dela!

A resposta foi dada agora há pouco:

@lrfelix pois é... a Geisy foi expulsa da Uniban. não posso revelar as próximas matérias por causa da concorrencia.

A Fazenda 2 terá muita sensualidade

http://audienciadatv.files.wordpress.com/2009/05/a-fazenda-enorme.jpg
Depois de constatarem que os vídeos mais acessados de "A Fazenda" eram dos participantes tomando banho, e não dos bate-bocas, a Rede Record resolveu investir para a temporada de verão em ofurôs, mais integrantes solteiros e menos vestidos.

A maior arma da emissora será a câmera instalada dentro da piscina. "A câmera subaquática deve bombar, já que o número de solteiros desta edição é maior", disse Rodrigo Carelli, diretor-geral da atração, à coluna Outro Canal, do jornal Folha de S. Paulo.

Os animais também devem chamar a atenção do público, como porcos, coelhos e dois avestruzes. Mais 12 câmeras foram instaladas na casa para diminuir a intimidade dos confinados, totalizando 42.

A segunda temporada do reality show estreia no dia 15 de novembro e, desta vez, terá exibições 24 horas por TVs por assinaturas para assinantes pay-per-view.

Dominó volta a separar a Alemanha

Um dominó gigante com cerca de mil blocos de dois metros e meio de altura voltou a separar as duas Alemanhas neste sábado (7), em Berlim. As peças, decoradas por estudantes do país, serão derrubadas na segunda (9), por chefes de estado do mundo todo, para marcar os 20 anos da queda do Muro de Berlim.

Pessoas que passavam pelo local paravam para ver as peças, que estão em uma extensão 1,5 km,  sobre a rota original do muro. Os blocos foram colocados do Portão de Brandemburgo ao Potsdamer Platz.

Cada peça pesa 20 kg e foi colocada na distância de 1,5 metros da outra. 

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Pai de Eloá é condenado a 33 anos de prisão

O ex-cabo da Polícia Militar Everaldo Pereira dos Santos foi julgado neste sábado (07), durante um mutirão do Tribunal de Justiça de Alagoas, e condenado a 33 anos, três meses e 23 dias de prisão em regime fechado. Apesar de foragido, Santos foi condenado pelo envolvimento no assassinato do delegado Ricardo Lessa e do motorista dele, Antenor Carlota da Silva. O ex-cabo é pai da adolescente Eloá Pimentel, morta pelo namorado ano passado.

O ex-militar está foragido desde o enterro da filha, em Santo André, na Região Metropolitana de São Paulo, em outubro do ano passado. O crime ocorreu na noite de 9 de outubro de 1991. O delegado e seu motorista foram metralhados dentro do carro. Outro acusado no caso, Cícero Felizardo dos Santos,conhecido como Cição, pegou 33 anos e seis meses de reclusão, que serão cumpridos também no presídio Cyridião Durval, em Maceió.

Pelo duplo crime, os dois foram condenados ainda a pagar multas indenizatórias às famílias das vítimas: R$ 653 mil à de Ricardo Lessa e R$ 146 aos parentes de Carlota.

O julgamento foi presidido pelo juiz Geraldo Amorim. Na defesa, atuou o advogado Gilvan de Lisboa e, representando o Ministério Público, o promotor José Antonio Malta Marques.

A defesa alegou durante o julgamento que o laudo apresentado pela perícia paulista não definia de maneira precisa elementos que pudessem incriminar seus clientes, mas o argumento não obteve êxito.

"O delegado Ricardo Lessa foi morto porque teve a coragem de investigar as atrocidades da maior organização criminosa do nosso Estado, denominada de gangue fardada, composta de maus policiais militares. Além do crime, contra o diretor gera da Polícia Civil daquela ocasião, o que foi uma desmoralização para a segurança pública, eles demonstraram que a violência era generalizada", concluiu o juiz Geraldo Amorim.

Na época, Ricardo Lessa investigava um assassinato, ocorrido dentro da Unidade de Emergência - o principal Pronto-Socorro de Maceió, atribuído ao grupo liderado pelo ex-tenente coronel Manoel Cavalcante, para quem Everaldo trabalhava.

Barraco em show de Dudu Nobre


Anderson Borde/AgNews

O cantor e compositor Dudu Nobre protagonizou uma verdadeira confusão no palco da Feira da Paz de Manhuaçu (MG), nesta sexta-feira (6).

O músico, alegando falta de segurança, decidiu não mais fazer seu show na cidade.

Revoltado, o diretor de Cultura de Manhuaçu, Altair Campos Júnior, subiu no palco e falou que o cantor não era profissional:

- É feira da Paz, não é feira da babaquice não! Agora, eu vou dizer a vocês que, infelizmente, o artista Dudu Nobre quebrou o contrato feito com a empresa produtora, contratada pela Prefeitura de Manhuaçu, já que o contrato previa um show de uma hora e 45 minutos. Infelizmente, eu lamento a falta de humildade do artista Dudu Nobre, que deixou uma tremenda impressão do público carioca.

Dudu Nobre voltou ao palco, tomou o microfone da mão de Campos e falou:

- Alô, dá licença. Infelizmente, não tinha segurança. O cara ali ficou querendo me dar uma porrada, mas está tranquilo. Não é falta de humildade não!

O Diretor de Cultura de Manhuaçu, Altair Campos Júnior, revidou:

- Péssima impressão do público mineiro da sua pessoa, meu amigo! E, sinceramente, você está na minha cidade! Você está nervoso porque levou chifre da bombom, meu amigo, não vem descontar em palco de Minas, não!

Brasil adere ao Twitter


URGENTE: PRESIDENTE DO PT FALA SOBRE CASO UNIBAN


Julia Chequer/R7

Logo após começar a circular a notícia de que a Uniban vai expulsar a universitária Geisy Arruda, que foi hostilizada por conta da sua roupa, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, publicou no Twitter um comentário em que acusa a instituição de fascista – com tendência ditatorial, centralizadora. 


“Uma universidade dessas merece ser fechada. Fascismo puro”, escreveu o petista em sua página no microblog.

A universidade vai divulgar uma nota publicitária neste domingo (8) em jornais em que argumenta que a estudante usava trajes inadequados, indicando “uma postura incompatível com o ambiente da universidade e, apesar de alertada, não modificou seu comportamento”.

A Uniban diz ainda que, na sindicância aberta para apurar o caso, "foi constatado que a atitude provocativa da aluna, no dia 22 de outubro, buscou chamar a atenção" dos outros estudantes. Ela chegou a posar para fotos, diz a nota publicitária.

A jovem alega que, na ocasião, foi humilhada por alunos, professores e funcionários da universidade.

URGENTE: NOVAS INFORMAÇÕES SOBRE O CASO GEISY




A Universidade Bandeirante, conhecida como Uniban, anunciou por meio de anúncio publicitário nas edições deste domingo (8) de alguns principais jornais de São Paulo que a aluna de turismo Geysi Villa Nova Arruda foi desligada “do quadro discente da instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”.

Por telefone, Geysi afirmou na noite deste sábado (7) que nem ela e nem seus advogados foram notificados da decisão da universidade até o momento. “Primeiro quero ter certeza que isso é verdade. Se isso for confirmado, alguma coisa tem de ser feita”, declarou.

De acordo com o anúncio, a Uniban afirma que a decisão é "o resultado da sindicância no campus de São Bernardo do Campo sobre o episódio ocorrido no dia 22 de outubro, fartamente exibido na internet e divulgado pelos veículos de comunicação".
O informe publicitário diz que "foi apurado que a aluna tem frequentado as dependências da unidade em trajes inadequados, indicando uma postura incompatível com o ambiente da universidade e, apesar de alertada, não modificou seu comprtamento".

Depois de elencar uma série de fatos relacionados ao ocorrido no dia 22, o informe considera que "foi constatado que a atitude provocativa da aluna buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar, o que resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar".

Além disso, diz que "a aluna demonstrou um comportamento instável, que oscilava entre a euforia e o desinteresse e estava acompanhada de dois advogados e uma estagiária vinculados a uma rede de televisão" em seu depoimento na sindicância.

Além de anunciar a expulsão de Geysi, a Uniban decidiu "suspender das atividades acadêmicas, temporariamente, os alunos envolvidos e devidamente identificados no incidente ocorrido no dia 22". No entanto, o anúncio não informa quantos alunos foram afastados e nem os seus nomes.

Geysi afirmou que está sem entender o que está acontecendo. "A faculdade não falou nada para mim e para os meus advogados. Estou lendo na internet e não estou acreditando", disse. Ela disse que participou da sindicância, das 14h às 20h, na quarta-feira e que foi "bombardeada de perguntas". "Eles estavam mais preocupados com possíveis erros em relação ao que eu falava do que em apurar quem participou daquele xingamento todo. Eu saí de lá chorando", relatou.

Segundo ela, na sindicância teria ficado acordado que ela voltaria às aulas nesta segunda-feira (9). "Um segurança estaria me esperando na portaria e me levaria até a sala e eu não iria divulgar nada para a imprensa. Agora não sei mais o que pensar", contou.

Aos poucos, sua indignação foi crescendo com a notícia. Para ela, se os alunos ficarem impunes novas agressões vão se repetir no campus da Uniba. "É um absurdo isso, é uma falta de respeito. É uma injustiça. Eles vão fazer de novo, de novo e de novo, assim como agrediram aquela moça e atacaram o carro dela, porque ninguém pune. Foi uma maldade o que fizeram. Alguém vai ter de fazer alguma coisa", finalizou, inconformada.

URGENTE: UNIBAN EXPULSA ALUNA XINGADA



A Universidade Bandeirante informou em anúncio publicado em jornais paulistas neste domingo, 8, que decidiu expulsar a aluna Geisy Arruda de seu quadro discente. A estudante do curso de Turismo sofreu assédio coletivo no último dia 22 de outubro por ir ao campus de São Bernardo do Campo da faculdade com um vestido curto. O episódio ganhou repercussão na internet após vídeos do tumulto serem postados no 'You Tube'.

No anúncio publicitário, entitulado ' A educação se faz com atitude e não com complacência' a universidade diz que tomou a decisão após uma sindicância interna constatar que a aluna teve uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados. Para a Uniban, Geisy provocou os colegas ao fazer um percurso maior que o habitual, desrespeitando princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade.

A universidade afirma ainda que foi constatado que "a atitude provocativa da aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar". Ainda assim, o conselho superior declarou na nota que suspendeu temporariamente os alunos envolvidos e identificados no incidente. A Uniban também criticou o comportamento da imprensa na cobertura do caso. Segundo a universidade, a mídia perdeu a oportunidade de contribuir para um debate 'sério e equilibrado' sobra ética, juventude e universidade.

Segundo as cenas e os depoimentos de presentes, o tumulto começou quando a aluna subia por uma rampa até o terceiro andar e os alunos começaram a gritar. Ela ficou trancada em uma sala e, com a ajuda de um professor e colegas, chamou a polícia, que a escoltou até a saída da universidade.

De acordo com a estudante, o episódio começou "como uma grande brincadeira". Vestida para uma festa que iria naquele noite, ela conta que no início arrancou muitos elogios com seu visual, mas a situação aos poucos inverteu. No intervalo das aulas, um "verdadeiro coral ridículo de gritos de puta" a acompanhou até que deixasse o prédio.

URGENTE: GEISY FALA SOBRE A EXPULSÃO

A estudante de Turismo Geisy Villa Nova Arruda classificou como um "absurdo" sua expulsão da Uniban por ir à universidade usando um vestido curto no dia 22 de outubro. A universitária afirmou que nem ela e nem um de seus advogados foram comunicados sobre a decisão da instituição de ensino.

No dia do episódio, a Polícia Militar teve de ser chamada para conter as agressões verbais. As imagens da confusão foram gravadas por universitários e postadas no site YouTube no mesmo dia. Desde o ocorrido, a estudante não voltou mais à universidade.

Em um comunicado publicado no jornal O Estado de S. Paulo de domingo, a Uniban informou ter decidido expulsar Geisy "em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos da dignidade acadêmica e à moralidade".

"Não fui comunicada e nem um de meus advogados. É um absurso. Na verdade eu custo a acreditar que isso seja verdade", afirmou Geisy. A estudante disse ter passado toda a tarde deste sábado em uma sindicância da Uniban que investiga o tumulto.

"Passei a tarde inteira na sindicância e já estava quase certo que eu iria voltar para a universidade na segunda-feira, que um segurança estaria me esperando na porta. Porque eu realmente estou interessada em voltar a estudar. E agora fico sabendo de uma notícia dessas", disse.

Sobre a decisão da universidade de não expulsar os alunos que aparecem no vídeo insultando-a, Geisy se mostrou revoltada. "E se eu tivesse sido estuprada eu também seria expulsa? Eles agem que nem vândalos e eu sou expulsa? Isso só pode ser idade média", afirmou.